segunda-feira, 8 de julho de 2013

A dor do ser mortal

A dor é a mesma em cada mortal
Mediante a ela, a morte
Dois mais ainda se for tão próximo
Meu ou teu parente
Pode soar diferente se for culpado ou inocente
Num instante olhos brilhantes
Sorriso no rosto coração batendo tudo normal
És um ser vivo parte de nós humano
Num outro, frio, ossos pedrificando-se
Não caminha mais com as próprias pernas
És apenas um corpo num invólucro
Sendo velado, a os que dizem; descansando...
Não existem mais ordem de fatores
Por muitas vezes e nos tempos autuais
Na maioria das vezes quem se vai era quem
Deveria pela ordem permanecer
Crianças e jovens .. e o pior quantos desses
Se foram por um outro assassinado
Que coisa loca né ...
Apesar de ser a única certeza da vida
Não a queremos, mas nós  mesmos
Seres “humanos” a promovemos
É .. inversão de papéis morte exaltada e
Vida banalizada, onde assim vamos parar
Quem ficará pra história contar?
Hoje mais uma vez minha lágrima escorreu
Por alguém, nem parente, nem tão intimo
Por um alguém que faleceu
Parente de queridos meu
Mais quantos e quantos ontem
Hoje e agora também estão a chorar
É um adeus ou até breve ??
Não sei, sei la
Mas que deus nos tenha em um bom lugar


Elieser Santos   08/07/2013